
When it's me I can't forgive?"






O número de estúpidos declarados em Portugal está a subir.
Esta é uma estatística conhecida por todos os que vêm tv, mais particularmente telejornais. Não passa um dia sem notícias de mais estúpidos a “dar a cara”. É que eu apesar de condenar veementemente um desfalque numa empresa enorme no valor de milhões, consigo percever porque é que alguém faz uma coisa dessas, mas roubar um ambulância ou assaltar um banco para levar €750 é estúpido, pura e simplesmente.
Fui ver o Wall-e, um hype cinematográfico que por várias razões queria ver, e na minha opinião o hype é completamente merecido. É que o filme é mesmo bom.
A Pixar já nos habituou a uma qualidade de animação soberba associada a grandes argumentos, e este Wall-e não foge à regra. Não é o melhor filme da Pixar, mas não fica nada longe.
Parece quase irreal como se consegue fazer um filme sem falas durante uma data de minutos e ainda assim não se dar conta de tal facto, nem essas falas fazerem a mínima falta para se perceber tudo o que se passa. Mesmo ignorando o conceito base do filme e as mensagens tipo “moral da história”, o filme seria bom. Muito bom.
Não vale a pena falar muito mais sobre o filme, porque o que vale mesmo a pena é dar um salto ao cinema.
No Oprah de hoje falava-se sobre obesidade, daquela que uma quantidade abusiva de crianças nos EUA tem, e que também afecta o resto do mundo, talvez de forma menos pronunciada, mas nem por isso menos preocupante.
Em boa verdade eu nunca fui exageradamente obeso, nem magro que nem num cão vadio, mas tive a minha dose de perdas e ganhos de peso, e a verdade é que as operações (era disso que tratava o programa) não são a solução. Pelo menos no meu ponto de vista, ainda mais quando estamos a falar de crianças. Se as crianças são exageradamente obesas a culpa é dos pais e de mais ninguém, são eles que controlam o que os garotos comem, e se têm um filho com 14 anos e 105 kgs não podem esperar que seja a criança a abrir a pestana sem mais nem menos.